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Ferrovia Norte-Sul em Operação 

A construção da FNS foi iniciada em 1987 com um traçado inicial que previa uma extensão de aproximadamente 1.550 km, de Açailândia/MA a Anápolis/GO, de modo a cortar os Estados do Maranhão, Tocantins e Goiás. Dessa forma, o traçado original está construído e em operação. 

O projeto de ampliação da ferrovia ocorreu muito depois do início da construção. A Lei nº 11.297, de 09 de maio de 2006, da Presidência da República, incorporou um trecho mais ao norte, Açailândia (MA) – Barcarena (PA), ao projeto do traçado inicialmente projetado. Em 2008, a Lei nº 1.772 estendeu mais uma vez o traçado da ferrovia até a cidade paulista de Panorama. 

Ainda para atender à crescente demanda por transporte de cargas, a VALEC concluiu, em 2015, o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental – EVTEA para mais dois trechos complementares à Norte-Sul, sendo entre Panorama (SP) e Chapecó (SC) e entre Chapecó (SC) e Rio Grande (RS).

 Estados e municípios influenciados diretamente pela ferrovia:


A Ferrovia de Integração Oeste-Leste

Mapas da Ferrovia Integração Oeste Leste

Com aproximadamente 1527 km de extensão, a Ferrovia de Integração Oeste Leste-FIOL ligará o futuro porto de Ilhéus (no litoral baiano) a Figueirópolis (em Tocantins), ponto em que se conectará com a Ferrovia Norte Sul.

Objetivos

Estabelecer alternativas mais econômicas para os fluxos de carga de longa distância;
Favorecer a multimodalidade;
Interligar a malha ferroviária brasileira;
Propor nova alternativa logística para o escoamento da produção agrícola e de mineração por meio do terminal portuário de Ilhéus/BA; e Incentivar investimentos, para incrementará a produção e induzir a processos produtivos modernos.

Benefícios
Reduzir os custos de transporte de grãos, álcool e minérios destinados aos mercados internos e externos;
Aumentar a produção agroindustrial da região, motivada por melhores condições de acesso aos mercados nacional e internacional;
Interligar os estados de Tocantins, Maranhão, Goiás e Bahia aos portos de Ilhéus/BA e Itaqui/MA, o que proporcionará melhor desempenho econômico de toda a malha ferroviária;
Incentivar os investimentos, a modernização e a produção;
Melhorar a renda e a distribuição da riqueza nacional;
Reduzir a emissão de poluentes;
Reduzir o número de acidentes em rodovias.
Estados e municípios influenciados diretamente pela ferrovia:

O Corredor Ferroviário de Santa Catarina


O Corredor Ferroviário de Santa Catarina ligará o oeste ao leste do estado trazendo desenvolvimento econômico e social. Será conectado a FNS - Ferrovia Norte Sul no município de Chapecó e a futura Ferrovia Litorânea integrando assim a economia de Santa Catarina às demais regiões produtoras e consumidoras do país.

O projeto encontra-se atualmente na fase de desenvolvimento do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental – EVTEA, que está analisando diretrizes de traçado para o Corredor Ferroviário de Santa Catarina, ligando Dionísio Cerqueira, no oeste catarinense, à região de Itajaí, no litoral. Os próximos passos serão a realização do levantamento aerofotogramétrico e a elaboração do projeto básico.

O valor contratado para elaboração do EVTEA, Aerolevantamento Fotogramétrico e Projeto Básico de Engenharia é de aproximadamente R$ 48 milhões, dos quais foram dispendidos até o momento, R$ 3,5 milhões. No que tange à construção da ferrovia, o custo previsto só será obtido após a conclusão do Projeto Básico de Engenharia, fase subsequente ao EVTEA.

Quais municípios serão atendidos e qual extensão terá o Corredor Ferroviário de Santa Catarina?

Na fase atual do EVTEA estão sendo analisadas diferentes diretrizes de traçado, cujo processo de avaliação ainda está em andamento. Após esta fase serão definidos tanto a extensão da Ferrovia, quanto os municípios atendidos.

Quanto custará a construção desta ferrovia?

Após a definição da diretriz será possível estimar o valor da construção que será mais preciso após o projeto básico.

Tempo estimado para execução da obra?

Os Estudos de Viabilidade da VALEC estão sendo elaborados com a premissa de um horizonte de 5 (cinco) anos para conclusão das obras, sendo que este prazo poderá ser revisto durante a elaboração do projeto básico.

Qual é o volume de cargas estimado para esta ferrovia?

O volume de cargas previsto será determinado após a definição de uma diretriz de traçado.

Quais as principais cargas que deverão ser transportadas?

O Estudo apontou como principais cargas captáveis pela Ferrovia: granéis agrícolas, carnes processadas (aves e suínos) e cargas gerais.

Qual é o impacto socioeconômico da região com a implantação do corredor ferroviário?

Espera-se uma redução do custo de transporte, do custo de manutenção de rodovias, de emissões de gases poluentes dos veículos, de acidentes de transporte, bem como geração de empregos e outros que venham a ser identificados durante a execução dos estudos de viabilidade, os quais ainda estão em andamento.

A Ferrovia Transcontinental

Mapas da Ferrovia Transcontinental

A Ferrovia Transcontinental foi planejada para ter aproximadamente 4.400 km de extensão em solo brasileiro, entre o Porto do Açu, no litoral do estado do Rio de Janeiro e a localidade de Boqueirão da Esperança/AC, como parte da ligação entre os oceanos Atlântico, no Brasil, e Pacífico, no Peru.

Entre Campinorte/GO e Vilhena/RO, com estimados 1641 km de extensão, esta ferrovia é denominada Ferrovia de Integração do Centro Oeste – FICO.

Objetivo

Estabelecer alternativas mais econômicas para os fluxos de carga de longa distância;

Favorecer a multimodalidade;

Interligar a malha ferroviária brasileira;

Propor nova alternativa logística para o escoamento da produção agrícola e de mineração para os sistemas portuários do Norte e Nordeste; e

Incentivar investimentos, que irão incrementar a produção e induzir processos produtivos modernos.

Benefícios

Proporcionar alternativa no direcionamento de cargas para os portos do Norte e Nordeste, principalmente aquelas produzidas em Goiás, Mato Grosso e Rondônia, e assim, reduzir o percurso e o custo do transporte marítimo de grãos e minérios exportados para os portos do Oceano Atlântico, Europa, Oriente Médio e Ásia;

Aumentar a produção agroindustrial da região, motivada por melhores condições de acesso aos mercados nacional e internacional; e

Possibilitar/estimular a exploração de reservas minerais ainda pouco exploradas.

A Ferrovia do Pantanal

A Ferrovia do Pantanal com aproximadamente 734 km interligará o município de Panorama/SP a Porto Murtinho/MS, às margens do Rio Paraguai, no Pantanal sul mato-grossense, e atenderá a uma região de alta densidade de produção agrícola.

Nas regiões de Maracaju/MS e Brasilândia/MS são identificadas grandes quantidades de cargas, notadamente soja, milho e açúcar, que se somam à produção econômica das outras regiões do estado na demanda por uma infraestrutura de transporte capaz de agilizar seu escoamento e evitar futuros gargalos.

 

A Ligação da FNS com a Transnordestina

A interligação de Porto Franco/MA a Eliseu Martins/PI, com 620 km de extensão, permitirá a ligação da FNS com a ferrovia Transnordestina. Essa ligação mudará a logística de escoamento da produção agrícola e mineral da região e permitirá o acesso a portos de grandes calados, mais eficientes e de menores custos, do norte e nordeste do país.

A região onde se desenvolve essa ferrovia é formada por cerrados adequados ao plantio de soja, cana de açúcar, para produção de álcool, e milho, mas sofre de carência de infraestrutura de transportes.

A implantação da ferrovia, além de fazer a integração regional entre o Nordeste, o Centro Oeste e o Norte do país, proporcionará uma logística de transporte que viabilizará o aumento da produção agrícola e o desenvolvimento de províncias minerais da região.

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